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Ele é composto por 5 pontas, sendo a sequência COM retalho:
1- TR1U-SD – Ponta com diamante na lateral para uma Limpeza mais efetiva (profilaxia); 2- LS3-O – Ponta para o descolamento do retalho; 3 – FS2-O – Ponta para redução do volume ósseo; 4 – CR4XR – Ponta para regularização do desgaste do volume ósseo feito. 5- TR12-PK (2mm de diamante) ou TR1 – PK (3mm de diamante) – Pontas para desgaste ósseo na vertical (aumento da coroa clínica);
e SEM retalho: Ponta 1 (TR1U-SD), e pula direto para a 5 (TR12-PK)

Na odontologia, é comum associar potência a eficiência. Mas, no ultrassom piezoelétrico, mais potência nem sempre significa melhor desempenho. Isso acontece porque a eficiência do Piezo não depende apenas do nível de potência selecionado. Ela é resultado da combinação entre ponta, amplitude do movimento, pressão aplicada, irrigação, indicação e técnica.

Quando se fala em Piezo na endodontia, a ativação da irrigação costuma ser a primeira aplicação lembrada. Mas o ultrassom pode entrar em diferentes momentos do tratamento endodôntico. A literatura descreve seu uso desde o acesso aos canais até o retratamento e a cirurgia endodôntica. A questão não é substituir

Na profilaxia, não basta ligar o ultrassom e escolher qualquer inserto disponível. A ponta influencia diretamente o acesso à região, a eficiência da remoção, o controle do procedimento e a experiência do paciente. Por isso, escolher corretamente o inserto é parte do planejamento clínico e não apenas uma questão de




